14. Quais partes da Cabalá são “seguro”?

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18 de Dezembro de 2012 por azamradobrasil

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Mesmo em face da oposição generalizada ao seu estudo, a alma Israelita sempre sedenta pelas águas doces da Torá mística. A partir de 1600, como os escritos do Rabi Moses Cordovero e Rabi Yitzchak Luria, o ARI, começaram a chegar um número crescente de comunidades da diáspora, esta sede começou a ser apagada por mestres que tinha o poder de vestir e explicar sabedoria Cabalística nos vasos acessíveis para os que buscavam educação de suas épocas.

Entre os primeiros mestres, tais foram Rabi Judah Loew ben Bezalel, o Maharal de Praga (c. 1525-1609), e o Rabi Isaiah Horowitz (1565? -1630), conhecido como o SheLAH (sigla de sua obra multifacetada, Shney Luchot HaBrit, Duas Tábuas da Aliança). Mais tarde gigantes eram Rabi Moshe Hayyim Luzzatto, (RaMHaL, 1707-1746) e Rabi Elijah ben Shlomo Zalman, o Vilna Gaon ou Ha-GRA (= Ha-Gaon Rabi Eliyahu, 1720-1797) e seus alunos.

Vassos novos e originais para trazer o entendimento das idéias Cabalistas e experiência do místico ao alcance de mais Judeus foram criados pelo Rabi Israel Baal Shem Tov (1698-1760), fundador do Movimento Chassídico. Os ensinamentos dos notáveis mestres chassídicos de gerações posteriores, como Rabi Shneur Zalman de Liadi (1745-1813), fundador do movimento ChaBaD, Rabi Nachman de Breslov (1772-1810), trouxeram as águas doces da Torá mística mais distante a frente. Para muitos investigadores Sefarditas, um importante canal da Cabalá autêntica é RabiYoseph Hayyim ben Elijah Al -Hakam, conhecido como Ben Ish Hai, “Filho do homem vivo” (1833 ou 1835-1909).

Os Cabalistas verdadeiros não desanimaram do estudo da Cabalá, quando esta sabedoria santa é tratada com o devido respeito e reverência. O Zohar afirma que “eles vão sair do exílio com este livro!” Os mestres Cabalistas do século 16 de Safed acreditava que havia chegado o tempo para a Cabalá ser estudado de forma mais ampla, e eles encorajaram isso.

Por Rabi Avraham Greenbaum.

2 thoughts on “14. Quais partes da Cabalá são “seguro”?

  1. Elokim ivarech et kulam! Gostei muito das explicações do reb Nachman, o qual foi muito conciso em seus ensinamentos em relação a Kabalah, a qual trata-se de uma tradição judaica milenar, entretanto, a banalização do assunto, tem causado muita confusão, especulações das piores possíveis, como se fosse uma prática pagã abominável.Como judeu não posso conceber tal triste situação.Acredito, ao meu ver, que tentar estudar Kabalah sem ter conhecimento prévio da Torah, bem como do hebraico, é como tentar “voar sem ter asas”.

  2. Maria Helena diz:

    Nilton
    Eu acho que quem estuda cabalá deve mesmo ter conhecimento e muito estudo sobre o assunto. Mas eu acho que chega um momento que precisamos de ajuda ,para melhor entendimento ,pois certas noções, são difíceis para continuarmos sozinhos.Precisaríamos de mestre mais perto de nós´.

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